No blog Ideias e Negócios, você vai encontrar ideias e dicas de empreendimentos de sucesso para inspirar sua coragem e iniciar seu próprio negócio.
"O sucesso só vem antes do trabalho no dicionário."

Como escolher um sócio para o empreendimento

Muitas das vezes, pra abrir, fazer crescer ou até mesmo evitar o fechamento de um negócio, se faz essencial contar com uma sociedade. Seja pra viabilizar o empreendimento, aumentar o capital investido ou dar um gás no último suspiro -quando as coisas não vão bem das pernas. Mas você sabe como escolher um sócio? Sabe empreender em sociedade? Nesse post, algumas dicas que podem ajudar nessa tarefa delicada e muito importante para o futuro de qualquer negócio.
Definir Funções
Antes de tudo, demarcar o que cada lado deve fazer é fundamental para o sucesso de um empreendimento. Sejam os sócios marido e mulher, pais e filhos, irmãos, amigos ou desconhecidos... é preciso que as tarefas sejam muito bem delegadas, bem como os limites de ação de cada um, e o que cada um sabe e pode fazer de melhor, no todo da sociedade. A única coisa que é comum a todos é a responsabilidade. Pode parecer estranho, mas numa sociedade, separar as áreas -e respeitá-las- é fundamental para a evolução do negócio. Isso pode ser considerado um grande passo para o sucesso.

Respeito
É preciso também perder o preconceito de que sociedade só funciona entre estranhos. De fato, parece ser uma máxima, mas é preciso fugir da mística desse raciocínio. Por que parece dar certo entre estranhos? Porque certamente há receio, e se há receio, há reserva, e consequentemente há certo respeito. Por que então respeitar o estranho e não o conhecido? Por que relaxar no trato e na postura e dar vazão à intransigência, à desconfiança e à desonestidade? Uma sociedade não dá certo basicamente por falta de respeito. No conjunto, por falta de confiança,  de honestidade ou por vaidade. Excelência se conquista com competência e não com vaidades ou misérias.

Mérito ou privilégio? Razão ou orgulho? Sociedade ou competição?
O respeito dentro de uma sociedade não pode ser definido por hierarquia, por exemplo. Não é porquê um sócio é mais velho, ou porquê é pai, que suas sugestões deverão ser cegamente aceitas. Sempre é hora de definir o mérito e o privilégio antes de entrar numa sociedade. Numa sociedade madura não há espaço para condutas baseadas na tradição intransigente. Todos devem ter voz, todos devem ser ouvidos, e as decisões devem ser tomadas pelo princípio da razão, longe do orgulho e da vaidade. Sociedade não é competição, cabo de guerra. Se um lado da sociedade já ofereceu duas boas sugestões, o outro lado não deve se incomodar com isso. Pelo contrário, deve sim, agradecer, se esforçar para não se acomodar e ficar sempre esperando do outro soluções. Aceitar é uma decisão que deve ser tomada olhando do alto.

Esperança no momento errado
O sócio errado, nunca será um dia o sócio certo. Parece óbvio, mas por não observar devidamente essa máxima é que muitos investem equivocadamente em sociedades infrutíferas, por visão demasiadamente otimista, baseada numa transformação milagrosa do sócio errado ao longo do tempo.
Por outro lado, bons sócios nunca são demais. Abrir sociedade é estimular o negócio. Abrir sociedade para funcionários destacados, é estimulá-lo a crescer. E a empresa se torna um organismo com intensidade elevado e provavelmente um futuro próspero.
Sócios precisam estar sempre a par de todos os passos do empreendimento, acordar tudo. Precisam estar de acordo quanto à direção que a empresa vai seguir, aonde ela quer chegar, como ela vai chegar... Mas é preciso valorizar as diferença. Sim, não precisam necessariamente pensar igual em tudo. Na verdade, quando isso acontece, pode ser um risco. É o que chamam de sócio-concorrente: que são dois sócios discutindo o que ambos entendem muito e deixando de discutir o que nenhum dos dois entende.

Sociedade é um segurar o outro. Para ninguém ficar pra trás, e não para o outro não ir em frente.

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