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"O sucesso só vem antes do trabalho no dicionário."

Networking: excelente ferramenta para o sucesso do seu empreendimento

Certamente umas das coisas que a mulher melhor saber fazer é se comunicar. Isso sem dúvida é muito mais que simplesmente falar. E com um recurso tão potente em mãos, muitas obtém sucesso em seus empreendimentos fazendo uso  do networking.


Na hora de fazer networking, temos que ser estratégicos. Não adianta apenas sacar o cartão de sua empresa da bolsa e sair distribuindo a esmo. Lembre-se de que a lista de contatos deve ser interessante e ativa, pois o networking é uma relação “ganha-ganha”. Com ele, ganhado-se não só parceiros profissionais, como também grandes amigos.
Os empreendedores de sucesso, além de oferecerem seus cartões com mais critério, ainda fazem questão de deixar bem claro: “Estou aqui para divulgar meu empreendimento e conhecer o seu. Vamos conversar?”

Networking: o que é?
Palavra da moda no mundo corporativo que significa, na prática, usar de forma consciente e estruturada a sua rede de relacionamentos para que, futuramente, isso possa render negócios ou até mesmo um novo emprego, ou seja, sempre de forma efetivamente positiva. Para os homens, a atitude não requer esforço extra - sempre foram acostumados a marcar almoços e happy-hours apenas para reforçar relações de negócio sem qualquer constrangimento.

Já, para o universo feminino, que começa agora a conquistar espaço no topo das corporações, o networking profissional ainda é uma grande novidade, revelam executivas entrevistadas pelo Valor.

"A mulher sempre foi mais sociável no dia-a-dia, sempre fez networking, mas não com objetivos ou intenções profissionais", lembra a gerente comercial da divisão Qualicon da Du Pont, Luciana Natal Weetge. 

Mas, mesmo com o atraso de séculos liderados pelos homens, elas já saem na frente quando o assunto é relacionamento interpessoal: "As mulheres têm uma vantagem fabulosa sobre os homens nesse sentido, porque tudo acontece de forma muito mais natural", diz o consultor José Augusto Minarelli, diretor-presidente da Lens & Minarelli, empresa especializada em aconselhamento de carreira. 

Em um debate animado sobre a forma feminina de fazer contatos profissionais, as executivas admitiram ser novatas nessa arte, mas constataram também que é uma postura necessária no competitivo mundo dos negócios. 

"Nós não tivemos guerra no Brasil, como houve na Europa e Estados Unidos, onde a mulher teve de entrar antes no mercado de trabalho. No Brasil, precisamos ter paciência porque as mulheres executivas ainda nem completaram uma geração. Estamos aprendendo a nos profissionalizar e o networking faz parte disso", diz Iêda Novais, sócia-diretora da Mariaca & Associates, empresa especializada em recrutamento de executivos.

Ainda assim, muitas delas ainda restringem seus contatos aos "clubes da Luluzinha". O machismo, claramente, ainda permeia no mundo corporativo e muitas vezes um contato "sem compromisso" pode dar margens a interpretações erradas, admitem as executivas. O consultor José Augusto Minarelli dá a dica: "As executivas sabem muito bem os seus limites. Ninguém vai se meter a besta com uma mulher que mantém o tom profissional e não joga charme para se aproveitar da situação", diz ele. 

"Fazer networking é encontrar, prosear e compartilhar, coisas que as mulheres fazem muito melhor que os homens - mesmo as executivas que são treinadas para ser 'homens de negócio", completa Minarelli. 
A afirmação do consultor, especializado em aconselhamento de carreiras e recolocação de executivos, vai ao encontro das analogias feitas pela autora chinesa Chin-Nig Chu, que acaba de lançar no Brasil o livro "A Arte da Guerra Para Mulheres", pela editora Fundamento.

No livro, Chin-Nig diz: “Intuitivamente, as mulheres sempre utilizaram algumas das estratégias da arte chinesa da guerra ao negociar com maridos, namorados, filhos, patrões, amigos e clientes. Nós não sabíamos que éramos estrategistas disfarçadas”.

Para a vice-presidente da A.T. Kearney, Jean Marie Callahan, o networking é fundamental no mundo corporativo, e vai além dos encontros com amigos. "Você tem que ser tático", diz ela. Mas a atitude de conhecer, apresentar e recomendar pessoas não pode ter o intuito único de buscar algo em troca, diz a executiva. "O networking é uma relação ganha-ganha", diz ela.

A mulher tem uma característica que age contra a iniciativa de fazer networking, acredita Lobos: "essa atitude é própria de uma atividade política, e no fundo as mulheres não acham graça em buscar poder, é da natureza delas." Mas são coisas da vida moderna, e o networking tende sim a crescer no mundo dos negócios. O gosto pelo poder é insuperável.

A expressão networking poderia ser desdobrada em “net” (rede) e “working” (trabalhando). A ideia é de que todos deveriam buscar ter novos relacionamentos no âmbito do trabalho e fazer disso algo realmente positivo para o seu empreendimento.

Se você deseja ser apresentado a alguém, não basta pedir para um contato em comum fazer a intermediação: é necessário explicar por que deseja essa conexão. Também é fundamental agir com reciprocidade, atuando como uma ponte de relações de negócios. Dessa maneira, estará realizando a ideia principal da rede de relacionamentos.

Provido com esses novos contatos, não se esqueça de se autopromover, sem ser inconveniente, mas com o objetivo claro e definido de mostrar sua marca ou seu empreendimento a um possível cliente ou fornecedor. De fato, os homens são excelentes em autopromoção, fazem isso o tempo todo. As mulheres tendem a fazer o contrário: muitas vezes diminuem o seu valor e mostram dúvidas sobre a sua capacidade. Em vez disso, deveriam mostrar o quanto o seu negócio pode ser interessante e quais são as suas competências para uma possível parceria ou ação conjunta.

Na hora de fazer networking, temos que ser estratégicas. Não adianta apenas tirar o cartão de sua empresa da bolsa e sair distribuindo. Lembre-se de que a lista de contatos deve ser interessante e ativa, pois o networking é uma relação “ganha-ganha”. Com ele, tenho ganhado não só parceiros profissionais, como também grandes amigos.

Série "Abrir um negócio" - Academia de Ginástica - Mercado

Segundo o último levantamento, estima-se aproximadamente que seja de 15.000 o número academias de ginástica no país. Tal dado confirma o primeiro lugar do Brasil no seguimento de estabelecimento de fitness da América Latina enquanto que mundialmente perde somente para os Estados Unidos, num movimento que gera segundo a ACAD - Associação Brasileira de Academias - um faturamento em de R$ 2 bilhões e crescente, já que o setor no país cresce cerca de 10% ao ano, atendendo a 1,7% da população, apresentando uma freqüência de 3,2 milhões de pessoas.


Segundo informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho, o segmento de serviços de atividades físicas alcançou em janeiro de 2012 um estoque de 45 mil empregos formais, representando uma evolução de 23%, em relação a janeiro de 2010. 

O mercado de atividade física no Brasil está em franco crescimento, principalmente nas classes A e B, além do aquecimento em outras classes sociais decorrentes do processo de expansão da economia. Para os próximos anos, o setor de fitness está otimista, já que o Brasil tem grande potencial de crescimento. “Somente 13% da população brasileira pratica alguma atividade física. Mesmo assim, somos o segundo maior país com número de academias em todo o mundo. Há muito para crescer”, comentou o diretor da Rio Sports Show Luis Felipe Bonilha para o site infomoney no artigo “Mercado de academia de ginástica triplicou em dez anos no Brasil”

Wladyr Soares, presidente da Fitness Brasil, que atua no mercado de fitness no Brasil e na América Latina, afirma que “Nos próximos dez anos, seremos o grande país na área de atividade física, saúde e bem estar. E o segmento que mais vai crescer é o de academias de baixo custo, graças à ascensão das classes C e D”.

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